Hinários
344. Ó MESTRE, O MAR SE REVOLTA
1
Ó Mestre, o mar se revolta,
As ondas nos dão pavor!
O céu se reveste de trevas,
Não temos um salvador!
Não se Te dá que morramos?
Podes assim dormir,
Se a cada momento nos vemos Já prestes a submergir?
CORO
“As ondas atendem ao Meu mandar: Sossegai!
Quer seja este revolto mar,
A ira dos homens, o gênio do mal,
Tais águas não podem a nau tragar,
Que leva o Senhor, Rei do céu e mar,
Pois todos ouvem o Meu mandar:
Sossegai! Sossegai!
Convosco estou para vos salvar;
Sim, sossegai.”
2
Mestre, na minha tristeza Estou quase a sucumbir.
A dor que perturba minh’alma,
Eu peço-Te, vem banir!
De ondas do mar que me encobrem,
Quem me fará sair?
Pereço sem Ti, ó meu Mestre!
Vem logo, vem me acudir!
3
Mestre, chegou a bonança,
Em paz eis o céu e o mar!
O meu coração goza calma Que não poderá findar.
Fica comigo, ó meu Mestre,
Dono da Terra e Céu,
E assim chegarei bem seguro Ao porto, destino meu.
Ó Mestre, o mar se revolta,
As ondas nos dão pavor!
O céu se reveste de trevas,
Não temos um salvador!
Não se Te dá que morramos?
Podes assim dormir,
Se a cada momento nos vemos Já prestes a submergir?
CORO
“As ondas atendem ao Meu mandar: Sossegai!
Quer seja este revolto mar,
A ira dos homens, o gênio do mal,
Tais águas não podem a nau tragar,
Que leva o Senhor, Rei do céu e mar,
Pois todos ouvem o Meu mandar:
Sossegai! Sossegai!
Convosco estou para vos salvar;
Sim, sossegai.”
2
Mestre, na minha tristeza Estou quase a sucumbir.
A dor que perturba minh’alma,
Eu peço-Te, vem banir!
De ondas do mar que me encobrem,
Quem me fará sair?
Pereço sem Ti, ó meu Mestre!
Vem logo, vem me acudir!
3
Mestre, chegou a bonança,
Em paz eis o céu e o mar!
O meu coração goza calma Que não poderá findar.
Fica comigo, ó meu Mestre,
Dono da Terra e Céu,
E assim chegarei bem seguro Ao porto, destino meu.





